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Vitamina D reduz risco de pré-eclâmpsia e aborto espontâneo, mostra estudo

Vitamina D reduz risco de pré-eclâmpsia e aborto espontâneo, mostra estudo

Uma das primeiras coisas que se deve fazer quando a mulher decide engravidar é consumir ácido fólico, ainda na fase das tentativas, para ajudar na formação do sistema nervosos e metabólico do bebê. Porém, recentemente cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, realizaram testes laboratoriais para entender como a vitamina D afetava a saúde da placenta

As descobertas mostraram que ela não só promovia o crescimento dos vasos sanguíneos – e consequentemente melhorava o fluxo de sangue do feto –, como também alterava funções das células imunológicas para que o corpo da mãe esteja menos propício a rejeitar o feto enquanto combate eventuais infecções, como as doenças sexualmente transmissíveis.

O obstetra Valdir Pessoa de Brito, alerta que a prescrição é apenas para pacientes que são carentes de vitamina D, não sendo obrigatória para a gestante que está com os níveis normais que é entre 30 a 100ng/ml.

O problema é que a deficiência de vitamina D é comum em quase toda gestante que evita sair ao sol ou se sente cansada para uma atividade no início da manhã. Valdir alerta que a falta de vitamina D não acontece só pela falta de contato com o sol, principal forma de sintetizar a vitamina no corpo, mas como também o uso massivo de filtro solar, que protege contra o câncer de pele, mas acaba bloqueando a absorção da substância.

O jeito é tomar 30 minutos de sol sem proteção em horários mais indicados (antes das 10h e depois das 16h) e investir em suplementação oral, desde que aja carência. A indicação para a maioria das pessoas é que os níveis considerados normais de vitamina D estejam de 30 a 100 ng/ml. “A gestante precisa de mais ainda e, para tanto, deve consultar o obstetra para encontrar a dosagem ideal”, indicou Valdir Brito.